sexta-feira, 15 de julho de 2011

Ódio


Ódio, uma palavra sem dúvida muito forte, muitas das vezes mal empregada, e acima de tudo poderosíssima. Tem o dom único de destruir famílias, derrubar pessoas de toda a sorte.
Definir ódio é uma missão impossível, apesar de ser o oposto de “amor”, tem uma coisa em comum, são indefiníveis. Não dá para dizer: “Ódio é raiva!”, porque são completamente distintos…ódio, para mim, é a sensação de adeus, de “acabou”, um sentimento mau, forte e poderoso. Para mim, ódio é quando ficamos cheios de alguma coisa, sem saber bem o que é. É destruirmo-nos por dentro, e depois perguntar porquê!
Quando dizemos: “ODEIO-TE!” Estamos a causar mais danos do que se tivéssemos matado aquela pessoa, pois se a tivéssemos morto ela não sofria, assim vai sofrer pela eternidade. É complicada, uma palavra sem dúvida muito perigosa…
É difícil perceber o verdadeiro significado desta palavra no dicionário é:
Sentimento de profunda inimizade; paixão que conduz ao mal que se faz ou se deseja a outrem.
Ira contida; rancor violento e duradouro.
Viva repugnância, repulsão, horror.
Aversão instintiva, antipatia.
Ódio mortal ou ódio figadal, o que é muito intenso e leva uma pessoa a desejar a morte de outra.
Muitos, como eu, irão discordar deste significado. Para uma palavra como esta, a definição está emotiva…o ódio é um sentimento muito forte, não se contêm, simplesmente manda-se para fora…é um sentimento que nos arrepia só de pensar, que nos deixa zonzos quando se vai embora, que nos enches de fogo quando quer voltar…que nos dá a sensação de poder, quando o temos…um sentimento sem dúvida muito poderoso.

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